Turismo

Sunday, September 24, 2006

Sites de referências

http://sampacentro.terra.com.br

Site muito interessante e completo que fala detalhadamente dos pontos turísticos do centro de São Paulo, desenvolvido por seis jornalistas.


http://www.univinco.com.br/

UNIÃO DOS LOJISTAS DA 25 DE MARÇO E ADJACÊNCIAS
Site com intuito de promover o desenvolvimento comercial da região, colaborar com os poderes públicos em benefício da ordem e do respeito às autoridades constituídas, fazendo todo o necessário para o cumprimento das leis, prestar serviços ou orientar as empresas associadas, reivindicações de interesse comum junto aos órgãos públicos, filiação à entidade maiores.
Site com histórico da Rua 25 de março, datas de eventos e projetos.

Histórico da Rua 25 de março

A RUA

A rua que se formou margeando o rio foi conhecida inicialmente por Rua da Várzea do Glicério e depois por Rua das Sete Voltas. Ao final do século, o rio foi retificado e a área da Várzea do Carmo foi drenada. Desenvolveram-se chácaras e veio a urbanização. A rua foi demarcada e recebeu outro nome, Rua de Baixo (ou Baixa da São Bento) e dividia a cidade em cidade Alta e cidade Baixa. A cidade Alta era aquela que ficava além dos contrafortes do mosteiro de São Bento ( Rua Boa Vista, Rua São Bento, Rua Florêncio de Abreu, etc).Até esse período o comércio era realizado pelos primeiros imigrantes árabes na Rua Florêncio de Abreu. Com a urbanização, que houve após a retificação do Tamanduateí, os aluguéis foram ficando mais caros e os novos imigrantes e comerciantes vieram para a Rua de Baixo, cujos preços eram mais acessíveis. O rio passou a ter enorme importância comercial. A Light instalou os primeiros bondes, um que ia do Largo do Tesouro à Ponte Grande ( onde hoje é o Clube Tietê), contornava e voltava, e, outro que descia pela Ladeira General Carneiro, seguia pela Rua da Cantareira, Rua São Caetano, Rua Oriente, Avenida Celso Garcia até a Penha.




O RIO

O leito do rio Tamanduateí, então navegável, corria no atual traçado da Rua Vinte e Cinco de Março, recebia as águas do rio Anhangabaú e desaguava no rio Tietê. Ali existia ao final do século passado, um porto que servia de escoadouro para as mercadorias importadas que chegavam do Ipiranga, que por sua vez recebia as importações vindas de Santos.




AS SETE VOLTAS

De curvas afuniladas e estreitas, o rio Tamanduateí dava um toque pitoresco à paisagem, pois fazia a primeira volta onde atualmente é a Rua do Glicério, a Segunda e terceira à altura do pontilhão da Rangel Pestana ( observe que curioso, por este pontilhão passavam os bondes puxados a burro), a Quarta, Quinta e Sexta voltas na altura do Parque D. Pedro II e a última e sétima volta terminava na Ladeira Porto Geral, cujo nome deveu-se ao fato do nome do porto onde se fazia o desembarque das mercadorias ser Porto Geral.






Saturday, September 23, 2006

Histórico da Sé

O Largo da Sé data do início da formação da cidade. Em 1911 e 1912, as Igrejas de São Pedro e da Sé foram demolidas para que o tamanho da praça fosse quintuplicado. Essa transformação ocorreu ao mesmo tempo em que ruas eram alargadas e as redes de luz e água eram instaladas, mudanças típicas do período de expansão de São Paulo durante o início da República.

Obras de arte escondem-se pela Praça


A Praça sempre existiu para comportar o templo. Por isso mesmo o local sempre foi bastante agitado. A Catedral atraiu, e ainda atrai, grande número de pessoas não só para as missas, mas também por ser o ponto de concentração das saídas e chegas de procissões.
Em 1934, a Praça da Sé foi coroada marco zero da cidade. Em 1952, passou por um trabalho de reurbanização para as celebrações do 4º Centenário da cidade – quando foi inaugurada a Catedral como é hoje. Na década de 70 sofreu mais reformas para receber a Estação Sé do Metrô. Para isso, englobou a Praça Beviláqua e foi inaugurada em 1978 com 50 mil m².


Curiosidades:

  • Desde fim do século XIX, a Praça foi espaço para o comércio informal. No começo exercido pelos negros livres. Nos últimos anos, a região estava tomada por camelôs –-grupo formado, principalmente, por desempregados. Depois de decretada a “limpeza” da área pela Prefeitura, o comércio informal foi praticamente extinto da Praça que passou a ser vigiada por policiais a partir de meados de outubro de 1997.

A Praça, que deveria ser um centro

de convivência, tornou-se um vazio

urbano amedrontador

  • Outra marca do local é ser, desde seu início, palco para as manifestações políticas. Em 1914, ocorreu ali o Comício de 1º de maio, organizado pelos sindicatos. No ano seguinte foram as manifestações contra a Primeira Guerra Mundial. Em 1922, a missa campal de comemoração do centenário da Independência foi realizada na Praça. Dez anos depois, ocorreu o Comício contra a ditadura de Getúlio Vargas. Já em 1945, foi a vez do ato público pela democratização do país. Em 1984, foi a vez do primeiro Comício do movimento Diretas Já. Atualmente, a Praça da Sé é um ponto de passagem, diário, para cerca de 1,5 milhão de pessoas, segundo estudos realizados para a Prefeitura.

  • O recenseamento de 1934, revelou que a região da Sé era habitada 60% por brasileiros e 37% por estrangeiros. Estes distribuídos em 7,24% de italianos; 5,42% portugueses; 2,68% sírios e 2,43% alemães.

  • Além do Marco Zero, monumento de Jean-Gabriel Villin e Américo Neto, há outras 16 obras de arte na Praça como uma estátua do Padre Anchieta, uma do italiano Heitor Usai, uma escultura em chapas de aço do austríaco Franz Weissmann, e, bastante visível, fixada no meio de um espelho d'água, está o Condor, de concreto feito por Bruno Giorgi.

fonte: http://sampacentro.terra.com.br/historico.asp?id=106&ph=2&hist=1

Recorte Temático

Trabalho de Graduação Interdisciplinar
Orientador: Fabrizio Poltronieri


Proposto o tema "Turismo" para nosso Trabalho de Graduação Interdisciplinar (TGI) do curso de Gesign Gráfico, ficamos empolgados com o leque de opções que um designer gráfico pode focar em seu trabalho.
A princípio, foi difícil achar um recorte definitivo para o tema, pois estávamos pensando na solução e no produto final sem pensar muito no problema proposto. Acabando por optar por soluções um tanto lógicas e nada inovadoras.
Pensamos em fazer um guia para mochileiros.
Eles não compram pacotes de viagens e, consequentemente, não possuem guias turísticos para orientá-los no local desconhecido.
Nada mais justo ajudar os "aventureiros" a desfrutarem dos mesmos prazeres que uma pessoa, mais bem sucedida, que comprou o pacote turístico desfrutaria.
Nosso orientador, Fabrizio Poltronieri, achou que nossa solução era "batida", pois em qualquer hotel os mochilaleiros conseguiriam esses guias.
Nossa segunda ideia era fazer um game para celular, onde as pessoas podeiram aprender um pouco da cultura de outros locais com interatividade e descontração.
Mais uma vez nosso orientador disse: Meus caros, vocês estão pensando na solução. No momento não e pra pensar na solução, e sim fazer pesquisas baseadas no recorte.
Como minhas amigas de pesquisa (Giovanna e Marina) gostam de ir a Rua 25 de março, me questionei: "Como um lugar tão feio pode atrair tanta gente?"
PLIM!
"Sim. Esse poderia ser o nosso recorte"

Meus amigos. Iremos pesquisar como esses lugares podem ser tão atrativos assim e precisamos muito do comentário de cada um de vocês.


Obrigado